CDS alerta que falta de meios de combate à corrupção põe em causa Estado democrático
Sexta, 30 Novembro 2018 22:41    PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

assuncao cristas press pj 2O CDS-PP criticou hoje o Governo por não aumentar os meios para a Polícia Judiciária (PJ) e alertou que a falta de meios de combate à corrupção pode minar o Estado de direito democrático.

“Se não temos meios para combater a corrupção que mina o Estado de direito democrático, então é o próprio Estado de direito democrático que está em causa”, afirmou Assunção Cristas, após uma “reunião muitíssimo produtiva” com a direção nacional da PJ, em Lisboa.

A líder dos centristas afirmou ainda que o primeiro-ministro “teve a oportunidade de, no orçamento, fazer a diferença, mas não fez”, alegando que não aumentou as verbas para esta polícia com o argumento de que não executou todas as verbas orçamentadas.

“Só não executa”, disse, por que o Governo não permite à PJ “contratar mais inspetores, que estão em falta”.

A bancada do CDS-PP tinha uma proposta, recusada pela maioria de esquerda, para a contratação de mais 100 inspetores, afirmou, recordando que o PCP e o BE aprovaram, num primeiro momento, de voltaram atrás depois, reprovando-a.

 

Assunção Cristas acrescentou que a sua bancada defende a revisão do estatuto da PJ, pelas implicações que tem para as carreiras dos profissionais e pela resposta que daria ao problema de envelhecimento e desmotivação que disse existir nesta polícia.

E sublinhou a importância de dar meios à PJ, que é o “coração, a essência da defesa do Estado de Direito democrático”.

“Absolutamente perplexa” foi como reagiu à notícia, do DN, de que o Governo deu ordens às escolas para só pagarem metade das bolsas de mérito a que os alunos mais pobres têm direito no primeiro período de aulas.

Cristas relembrou ter dito que este orçamento “tinha muitas ilusões” e era feito de “logros e de enganos”, e afirmou que decisões deste tipo significam “brincar com a vida das pessoas” e “prometer o que não se pode cumprir”.

E já quanto ao adiamento do concurso das obras em Lisboa para evitar as cheias, Assunção Cristas, que é também vereadora na câmara da capital, lamentou o sucedido.

“Lamentamos que o concurso tenha ficado deserto e seja preciso recomeçar”, disse, recordando que projeto, que inclui dois túneis, são “um tema candente para Lisboa”, mas podem existir “soluções mais amigas para o ambiente”.

 

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