PS, BE, PCP e PEV são autores materiais de uma política de austeridade mascarada
Quarta, 12 Dezembro 2018 17:46    PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

nuno magalhaes plenario tribunaNo final do debate, vamos ser claros :

Em 2018 vamos ter a mais alta carga fiscal e contributiva desde que há registos e, no mesmo ano, a qualidade de serviços públicos mais baixos de sempre.

Os portugueses, hoje percebem que afinal a austeridade não acabou,

que a promessa de investimento nos serviços do estado era só isso, uma promessa,

e que o Estado (o Governo e a maioria que o suporta) abandonou uma parte de Portugal à sua sorte.

Abandonou os portugueses nos incêndios de 2017, quer em Pedrógão e na zona centro do país.

Abandonou em Monchique no ano passado ou na Estrada de Borba há poucas semanas, hostilizando bombeiros, ao mesmo tempo

Abandonou os utentes dos transportes nas áreas metropolitanas de Lisboa, Porto e Setúbal que diariamente vêem-se confrontados com o terceiro mundista dilema de saber se têm ou não transporte para ir trabalhar, que esperam e desesperam por carruagens, barcos e autocarros que não chegam ou não existem ou são suprimidos, hostilizando trabalhadores da Carris, da CP, da Fertagus, da Soflusa ou do Metro, ao mesmo tempo

Abandonou os utentes do Serviço Nacional de Saúde, adiando a construção de hospitais que inscreve há 4 anos consecutivos no OE, adiando cirurgias, intervenções e consultas, hostilizando médicos e enfermeiros, ao mesmo tempo

Abandonou os alunos e os encarregados de educação, adiando reabilitação e construção de escolas (que sempre reivindicaram na oposição e prometeram no governo) mas que não saem do papel, hostilizando professores e auxiliares de educação, ao mesmo tempo

Abandonou os cidadãos que recorrem á Justiça, abrindo “centros de atendimento” onde prometera reabrir Tribunais, hostilizando juízes, magistrados, funcionários judiciais ou guardas prisionais, ao mesmo tempo

Abandonou as forças e serviços de segurança, não assegurando a necessária renovação de efetivos, esquadras e quarteis que prometera, hostilizando agentes da PSP, militares da GNR e investigadores da PJ e do SEF, ao mesmo tempo

Tudo isto, sem ter responsabilidade nenhuma!

Se não é do tempo, é da Europa,

Se não é dos privados é das autarquias locais;

Se não é da conjuntura internacional é das classes profissionais que são ingratos e irresponsáveis e protestam.

Mas sempre, sempre e sempre e em qualquer caso a responsabilidade maior é a do anterior governo que cometeu a “maldade” de tirar o país da bancarrota socialista, a que muitos socialistas hoje como então governantes, conduziram o país.

Senhoras e Senhores Deputados,

Do PS, do BE, do PCP e do PEV é caso para dizer que a farsa acabou.

Quatro anos, quatro orçamentos depois de tomado o poder que as urnas não vos deram, a RESPONSABILIDADE é toda vossa.

Não planearam, não organizaram, não executaram, não cumpriram, não governaram e agora até indemnizações devidas a concidadãos que deixaram sem proteção, regateiam nos tribunais.

A verdade,

É que temos um Estado que é recordista em arrecadar em impostos aos portugueses,

Sim, a arrecadar impostos com as duas mãos sobre os rendimentos que devolveram só com uma.

A mais alta carga fiscal de sempre.

Não são diretos sobre o rendimento? Não, não são.

Mas são diretos ao consumo de bens essenciais e diretos á prestação de serviços públicos essenciais.

São, independentemente da sua natureza, o que são – custos, onerações, provações, taxas, impostos, encargos sobre os cidadãos!

E a verdade que vos dói é que nunca tantos pagaram tanto para receberem tão pouco.

E bem podem vir PCP e BE fazer a habitual habilidade de fingir que não sabem, não ouvem ou não veem, ou que são oposição nos tempos livres de quando aprovam orçamentos de Estado. Hoje, naufragaram de tanta consciência pesada.

Quase quatro anos depois, quatro orçamentos depois, quatro votos a favor depois já não são só cúmplices!

São autores materiais de uma política de austeridade mascarada, que põe em causa a segurança e a qualidade de vida dos portugueses. Bem pode lá ir para pedir desculpa do que prometeram e não cumpriram.

E,

Será assim que a história vos julgará - Como o governo das esquerdas unidas que na melhor conjuntura interna e externa dos últimos 30 anos, prestou o pior serviço público aos portugueses dos últimos 30 anos.

Não querem saber, como ainda hoje se demonstrou, porque o que realmente vos interessa é a manutenção do poder.

É o costume, mas os portugueses não merecem e não esquecem!

 

 

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