CDS mostra “país preso por arames” e desafia Governo a investir nos pontos críticos
Sábado, 15 Dezembro 2018 17:47    PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

assuncao cristas ip6

Com o desabamento da estrada de Borba soou o alarme. Quantas vias estarão em perigo? O CDS pegou no tema e foi para o terreno para assinalar as vias degradadas. Ontem, a líder do partido e outros dirigentes estiveram em 12 locais em todo o país. “A ação serve para ilustrar aquilo que o CDS tem vindo a dizer: há uma carga fiscal máxima e serviços mínimos”, disse ao PÚBLICO Assunção Cristas, no regresso do IP6 (que liga a A8 a Peniche), que tem parte do piso abatido há quase um ano.

A líder do CDS esteve no arranque deste périplo em que, tal como deputados e dirigentes noutros locais, colocou o sinal de perigo com a inscrição “Esta estrada está um perigo. Até quando sr. primeiro-ministro?”. Este sábado foram assinaladas 12 vias que precisam “urgentemente de obras” em concelhos de todo o país, entre os quais está Penacova (IP3), Santarém (Encosta da Porta do Sol – Queda de Pedra), Sertã (Nacional 238), Lisboa (segunda circular, sentido Benfica), Amarante (Nacional 210), Alcácer do Sal (IC1), Algarve (Nacional 125, zona do Sotavento Tavira), Chaves (Estrada Regional 314 Chaves – Murça).

Até ao final do ano outras vias (estradas, ferrovias e pontes) serão apontadas como perigosas pelos centristas. Uma das preocupações em Lisboa é a 25 Abril que tem problemas identificados “desde o final de 2015” e em relação aos quais o Governo “não fez absolutamente nada”, referiu a líder do CDS. No início deste ano, um relatório do Laboratório Nacional de Engenharia Civil – LNEC, pedia obras urgentes, mas Assunção Cristas lembra que “até agora essa intervenção ainda não feita e já passou um ano”.

A escolha das vias assinaladas pelo CDS resulta de trabalho interno do partido. Depois do acidente de Borba, o CDS pediu, através de pergunta parlamentar, ao Governo uma lista de todas as infraestruturas críticas e o respetivo plano de ação, mas ainda não recebeu resposta. A bancada parlamentar marcou, entretanto, para a passada quarta-feira uma interpelação ao Governo sobre o tema. Este sábado arrancou a terceira frente da pressão centrista sobre o Governo: uma iniciativa no terreno, que é a terceira do género que é sincronizada a nível nacional, depois das linhas férreas e dos combustíveis.

“Queremos chamar a atenção para os problemas nacionais que têm a ver com as opções políticas do Governo e com a contradição de anunciar que acabou com a austeridade quando ela é visível”, afirma Assunção Cristas, apontando que ao assinalar estes pontos negros o CDS mostra que há “um país preso por arames”.

A quase nove meses de eleições, o CDS começa a endurecer o discurso de oposição ao Governo ao mesmo tempo que se distancia do PSD e até da Aliança de Santana Lopes. Esse tom foi assumido por Assunção Cristas, esta quinta-feira à noite, no jantar de Natal do partido, quando atacou o primeiro-ministro por “atirar as culpas para quem está a reivindicar” e assim demonstrar “não ter carácter, não ter palavra”. No mesmo discurso, a líder do CDS colocou o seu partido como a “única alternativa segura” a um Governo PS, uma das ideias que será um dos traços essenciais da pré-campanha eleitoral. Para chegar até lá, Assunção Cristas não poupa o PSD (sem nunca o nomear) por ser o “partido da colaboração” que se dispõe a “dar a mão ao PS para se libertar da esquerda”. E até o novo partido de Santana Lopes é visado por ser também considerado “o partido da colaboração”, já que não diz “de forma cristalina” que “não dá a mão ao PS”. No centro-direita, os partidos partem desavindos para a campanha eleitoral.

 

Fonte: Público

 

 

banner pais preso por arames

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estrada Perigo Ferrovia Perigo

Co

 

m o desabamento da estrada de Borba soou o alarme. Quantas vias estarão em perigo? O CDS pegou no tema e foi para o terreno para assinalar as vias degradadas. Ontem, a líder do partido e outros dirigentes estiveram em 12 locais em todo o país. “A acção serve para ilustrar aquilo que o CDS tem vindo a dizer: há uma carga fiscal máxima e serviços mínimos”, disse ao PÚBLICO Assunção Cristas, no regresso do IP6 (que liga a A8 a Peniche), que tem parte do piso abatido há quase um ano.

A líder do CDS esteve no arranque deste périplo em que, tal como deputados e dirigentes noutros locais, colocou o sinal de perigo com a inscrição “Esta estrada está um perigo. Até quando sr. primeiro-ministro?”. Este sábado foram assinaladas 12 vias que precisam “urgentemente de obras” em concelhos de todo o país, entre os quais está Penacova (IP3), Santarém (Encosta da Porta do Sol – Queda de Pedra), Sertã (Nacional 238), Lisboa (segunda circular, sentido Benfica), Amarante (Nacional 210), Alcácer do Sal (IC1), Algarve (Nacional 125, zona do Sotavento Tavira), Chaves (Estrada Regional 314 Chaves – Murça).

Até ao final do ano outras vias (estradas, ferrovias e pontes) serão apontadas como perigosas pelos centristas. Uma das preocupações em Lisboa é a 25 Abril que tem problemas identificados “desde o final de 2015” e em relação aos quais o Governo “não fez absolutamente nada”, referiu a líder do CDS. No início deste ano, um relatório do Laboratório Nacional de Engenharia Civil – LNEC, pedia obras urgentes, mas Assunção Cristas lembra que “até agora essa intervenção ainda não feita e já passou um ano”.

A escolha das vias assinaladas pelo CDS resulta de trabalho interno do partido. Depois do acidente de Borba, o CDS pediu, através de pergunta parlamentar, ao Governo uma lista de todas as infra-estruturas críticas e o respectivo plano de acção, mas ainda não recebeu resposta. A bancada parlamentar marcou, entretanto, para a passada quarta-feira uma interpelação ao Governo sobre o tema. Este sábado arrancou a terceira frente da pressão centrista sobre o Governo: uma iniciativa no terreno, que é a terceira do género que é sincronizada a nível nacional, depois das linhas férreas e dos combustíveis.

Actualizado em ( Segunda, 17 Dezembro 2018 14:56 )
 

História CDS

user4_pic

Conheça a história do Grupo parlamentar do CDS.

Parlamento Direto

bancada copy

Videos do Plenário, comissões e outras intervenções.

Iniciativas CDS

1 reuniao gp

Projetos de Lei e Projetos de Resolução apresentados pelo Grupo Parlamentar.

Deputados CDS

News image

Assunção Cristas

Círculo Eleitoral Leiria Presidente do CDS-PP

News image

Nuno Magalhães

Círculo Eleitoral Setúbal Presidente do Grupo Parlamentar Vice-Pres...

News image

Cecília Meireles

Círculo Eleitoral Porto Vice-Presidente do Grupo Parlamentar Vic...

News image

Telmo Correia

Círculo Eleitoral Braga Vice-Presidente do Grupo Parlamentar

News image

Hélder Amaral

Círculo Eleitoral Viseu Vice-Presidente do Grupo Parlamentar

News image

Teresa Caeiro

Círculo Eleitoral Faro Vice-Presidente da Assembleia da República

News image

António Carlos Monteiro

Círculo Eleitoral Aveiro Secretário da Mesa da Assembleia da Repúblic...

News image

Álvaro Castello-Branco

Círculo Eleitoral Porto

News image

Ana Rita Bessa

Círculo Eleitoral Lisboa

News image

Filipe Anacoreta Correia

Círculo Eleitoral Lisboa

News image

Ilda Araújo Novo

Círculo Eleitoral Viana do Castelo

News image

Isabel Galriça Neto

Círculo Eleitoral Lisboa

News image

João Gonçalves Pereira

Círculo Eleitoral Lisboa

News image

João Pinho de Almeida

Círculo Eleitoral Aveiro

News image

João Rebelo

Círculo Eleitoral Lisboa

News image

Patrícia Fonseca

Círculo Eleitoral Santarém

News image

Pedro Mota Soares

Círculo Eleitoral Porto

News image

Vânia Dias da Silva

Círculo Eleitoral Braga