CDS quer saber quais são o efetivo e meios das forças de segurança em Famalicão, Barcelos e Esposende
Segunda, 04 Fevereiro 2019 23:54    PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

gnr e pspOs deputados do CDS-PP Telmo Correia, Vânia Dias da Silva e Nuno Magalhães estão preocupados com os níveis de criminalidade em Famalicão, Esposende e Barcelos, e o clima de insegurança que se vive nestas cidades.

Na pergunta dirigida ao Ministro da Administração Interna, os deputados querem saber qual é o atual efetivo das forças de segurança nos municípios de Famalicão, Barcelos e Esposende, e quais os meios de que dispõem, e se o Governo prevê algum reforço do efetivo das forças de segurança nestes concelhos, e para quando.

No dia 1 de fevereiro p.p., o Presidente da Câmara Municipal de Famalicão deu pública conta da sua preocupação com o clima de insegurança que se vive na cidade, em consequência de uma onda de assaltos a várias lojas comerciais, em noites consecutivas, bem como furtos a cidadãos e vandalismo em viaturas estacionadas na via pública.

O referido autarca, que tem acompanhado o dossiê Segurança em permanência, referiu que a falta de segurança não é um problema recente, mas a edilidade não tem competência para mais que reclamar do Ministério da Administração Interna a adoção de medidas, nomeadamente, a presença de mais efetivos da GNR e da PSP no território do município de Famalicão e um efetivo aumento da vigilância por parte das forças de segurança.

Também há notícia, na semana passada, de que a referida onda de assaltos varreu igualmente os concelhos de Barcelos e Esposende: entre terça e quinta-feira da semana passada, de facto, foram registados cerca de 20 assaltos entre estes três concelhos, que atingiram lojas comerciais, padarias, cafés, sapatarias, gabinetes de arquitetura e até a Associação Comercial e Industrial de Famalicão.

De referir que, no Relatório Anual de Segurança Interna de 2017, o distrito de Braga é um dos que registam o maior número de participações: 20130 participações criminais registadas pelas forças de segurança em 2017 (menos 77 que em 2016).

Não pode considerar-se desligado desta realidade o contínuo desinvestimento estatal na segurança dos portugueses, que leva a um decréscimo sistemático de efetivos na PSP e na GNR e na redução dos meios disponíveis para estas forças de segurança, e, em consequência, ao recrudescimento das atividades criminosas e do sentimento de insegurança.

 

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