CDS questiona Governo sobre aumento do tráfico de droga nos bairros municipais do Porto adjacentes ao Aleixo
Sexta, 12 Julho 2019 09:15    Versão para impressão

cecilia meireles copy copy copy copy copyNo documento, os deputados Pedro Mota Soares, Cecília Meireles e Álvaro Castello-Branco afirmam que “a dispersão do tráfico e do consumo de estupefacientes é cada vez mais visível nos bairros municipais do Porto situados na envolvente do antigo Bairro do Aleixo, nomeadamente Lordelo, Pinheiro Torres, Pasteleira e Mouteira, um problema grave que levanta questões de segurança para transeuntes e famílias que neles habitam”.

Segundo os deputados eleitos pelo círculo eleitoral do Porto, “não obstante as inúmeras diligencias promovidas pela presidente da União de Freguesias de Lordelo do Ouro e Massarelos (UFLOM), a que já se associou a Camara Municipal do Porto, a autarca classifica a situação de alarmante, acrescentando que "os próprios moradores nem durante a noite conseguem ter o merecido descanso".

Recordam ao ministro da Administração Interna que “a presidente da UFLOM, que já se reuniu com o Comandante do Comando Metropolitano do Porto da PSP, a quem relatou todas as preocupações quer das associações de moradores dos vários bairros ali existentes quer do hotel e do clube desportivo (Fluvial) nas proximidades, revelou que o que lhe “foi dito pelo próprio superintendente é que eles têm poucos recursos, poucos operacionais a nível da PSP".

Os deputados do CDS exigem do Governo resposta às seguintes questões:

1 - Tem V. Exa conhecimento da proliferação de tráfico de droga a céu aberto nas imediações do antigo Bairro do Aleixo, nomeadamente nos bairros sociais vizinhos?

2 - Que diligências vai tomar no sentido de acabar com este verdadeiro “supermercado de droga” na cidade do Porto, que transformou a dia-a-dia dos moradores destas áreas num caos?

3 - Vai reforçar os meios policiais, de modo a garantir um policiamento eficaz para que seja devolvida a segurança urbana àquela zona da cidade? Se sim, em que número e para quando?